17 out

Por Giovana Marques

O desfile da Korshi 01 abordou a liberdade de expressão, inclusão, diversidade e sustentabilidade; elementos atualmente tão desejados e explorados pelas marcas mas que sempre estiveram presente no DNA da label de Pedro Korshi.

A marca fez o seu desfile dentro do Projeto Estufa, incubadora que apresenta novas formas de criar, distribuir e produzir. Foto: Xinhua/Rahel Patrasso/IANS

Com beats energizantes, diversos tipos de modelos cruzaram a passarela, como o primeiro homem trans no SPFW, Sam Porto. Quando o brasiliense entrou no galpão, os flashs das câmeras o destacaram, colocando um holofote na recente conquista.

Nas roupas, predominou os tons neutros de preto e bege, mas com pontos coloridos marcados pelo vermelho vibrante e rosa pink.

Trench coats e alfaiataria foram reinventados com pegada street: tiras soltas, recortes que mostram a pele e amarrações não óbvias, marca registrada da Korshi. Um dos pontos altos que fez jus à pegada consciente e versátil da marca foi a reutilização de peças das temporadas anteriores.

Binário não mais

Estavam lá presentes diferentes signos que vão de encontro ao binarismo de gêneros: homens com barriga de fora ou cintura marcada, modelos que não se encaixam na categoria “ele/ela”.

O discurso da Korshi estava alinhado ao seu campo de atuação, a proposta faz sentido e não é forçada, diferentemente de algumas marcas que parecem embarcar um pouco bambas em uma onda na qual nunca estiveram.

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